quarta-feira, 13 de maio de 2015


GESTÃO: Previdência recebe Contag que apresenta pauta de reivindicaçõesMinistro Gabas e a presidente do INSS, Elisete Berchiol, trataram dos avanços na relação da pasta com os trabalhadores rurais

Ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, discute avanços dos trabalhadores rurais com a Contag. Foto: Erasmo Salomão/MPS
Da Redação (Brasília) – O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas recebeu, nesta terça-feira (8), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). Na pauta o “21º Grito da Terra”, que acontecerá entre os dias 18 a 22 de maio, em Brasília. Gabas comemorou a parceria “bem sucedida” com a entidade: “Nos últimos anos os trabalhadores rurais e a Previdência Social conseguiram muitos avanços positivos”.
Gabas ressaltou a inclusão na proposta do governo para a Medida Provisória 665, da alteração da lei 8.213/91, que autoriza o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a utilizar as informações do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) no reconhecimento automático dos direitos previdenciários aos trabalhadores rurais.
O presidente da Contag, Alberto Ercílio Broch, observou que a Confederação está dialogando com os ministérios com o objetivo de encontrar caminhos de ajuste nas medidas provisórias de acordo com as expectativas dos trabalhadores rurais. O secretário de Políticas Sociais da Contag, José Wilson Gonçalves, citou a facilidade de diálogo com a Previdência Social, e destacou os esforços das instituições para solução dos problemas dos trabalhadores rurais.
Melhoria – Para a presidente do INSS, Elisete Berchiol, a alteração da lei 8.213/91 e o reconhecimento automático dos direitos dos trabalhadores rurais é uma grande melhoria tanto para os trabalhadores rurais quanto uma segurança para o INSS.
Gabas garantiu que as questões discutidas na reunião e que não envolvem alterações legais serão encaminhadas e resolvidas pela Previdência Social. O ministro falou ainda sobre a criação do Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e Previdência Social, cujo objetivo é promover o debate entre representantes dos trabalhadores, aposentados e pensionistas, dos empregadores e do governo com foco no aperfeiçoamento e sustentabilidade das políticas sociais. Gabas destacou a participação da Contag no Fórum.
A reunião, no ministério, foi acompanhada por representantes de Sindicatos Rurais de todo o país.

INCLUSÃO: Segurados podem se filiar à Previdência Social pagando 5% do salário mínimo. A inscrição na Previdência permite ao trabalhador e a sua família o acesso a vários benefícios
 – Os empreendedores individuais e as donas de casa de baixa renda podem se filiar à Previdência Social pagando por mês uma alíquota reduzida de 5% do salário mínimo, o que corresponde ao valor de R$ 39,40.
A dona de casa que não possui renda e realiza o trabalho na própria residência pode se inscrever na Previdência Social como segurado facultativo de baixa renda. Para isso, a família da segurada não pode ter uma renda superior a dois salários mínimos, o que corresponde, atualmente, a R$ 1.576 , além disso, a dona de casa precisa estar inscrita no CadÚnico, o cadastro para programas sociais do Governo Federal. A modalidade de inscrição também permite aos homens que preencham os mesmos requisitos se inscrever na Previdência como facultativo de baixa renda.
Após realizar a sua inscrição, o segurado facultativo de baixa renda deve fazer o recolhimento da sua contribuição até o dia 15 de cada mês, exceto quando a data cai em finais de semana ou feriado, sendo transferida para o dia útil seguinte. A Guia para o cidadão realizar o pagamento da contribuição para o INSS pode ser adquirida em livrarias e papelarias, ou também pode ser emitida pela internet, no site www.previdencia.gov.br. Nesse endereço eletrônico, também podem ser efetuados os cálculos para os pagamentos em atraso. Clique aqui e acesse os códigos que devem ser informados na Guia de Previdência Social (GPS), conforme o plano de recolhimento definido pelo segurado facultativo de baixa renda.
De acordo com dados da Secretaria de Políticas da Previdência Social, até março, o total acumulado de segurados facultativos de baixa renda inscritos na Previdência Social era de 405.091. O maior número de cadastros encontra-se na região Sudeste com 162.268 inscrições e o menor número de inscrições está na região Norte com 8.700 adesões.
O empreendedor individual é outra categoria de segurado que possui alíquota reduzida de contribuição. É considerado empreendedor individual o trabalhador por conta própria que possui faturamento bruto, por ano, de até R$ 60 mil. A inscrição é realizada no Portal do Empreendedor (www.portaldoemrpeendedor.gov.br). Esses trabalhadores recolhem, mensalmente, R$ 39,40 para a Previdência Social mais R$ 5,00 para aqueles que atuam como prestadores de serviço, ou R$ 1,00 para os que atuam no comércio e indústria. O carnê de contribuição pode ser impresso no próprio Portal. O recolhimento da contribuição deve ser realizado até o dia 20 de cada mês, exceto quando a data cai em sábados, domingos e feriados. Nestes casos, a contribuição é transferida para o próximo dia útil.
Segundo a Receita Federal, até o último dia 2 de maio, havia no país 4.869.075 empreendedores individuais formalizados.

De Brasília (DF) – Tendo em vista as reportagens veiculadas por alguns veículos de comunicação nas últimas semanas e, com o intuito de informar entidades e participantes, a Previc vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:
O sistema não apresenta problemas de risco agregado de insolvência. O segmento é sólido, seguro e com grande potencial de crescimento. Há quase quatro décadas que o sistema paga, religiosamente em dia, as obrigações assumidas com seus participantes. Eventuais situações pontuais de desequilíbrio de planos têm sido objeto de estreito acompanhamento por parte da Previc.
O Brasil ocupa a 8ª posição no ranking mundial. Nosso Sistema de Previdência Complementar Fechado possui atualmente 317 entidades que administram 1.099 planos de benefícios. Seus ativos totais superam R$ 704 bilhões, aproximadamente 13% do PIB nacional.  Em 2014 o sistema pagou mais de R$ 35 bilhões em benefícios, o que correspondeu a um valor médio de R$ 3,9 mil.
Oscilações entre deficit e superavit no último ano foram impactadas pelo não atingimento das metas atuariais dos planos, uma vez que a rentabilidade dos investimentos ficou abaixo da taxa média atuarial de 4,22%. No ano passado os ativos dos planos de benefícios foram influenciados, principalmente, pela conjuntura econômica brasileira e pelo resultado negativo do segmento de renda variável, que responde por 24% dos investimentos. Há de se observar, contudo, que numa análise mais consistente e de longo prazo, a rentabilidade agregada do sistema foi de 297,47% nos últimos onze anos, superando, com folga, a taxa média atuarial do período, de 214,35%.
A Previc assegura à sociedade que atua de maneira firme para proteger os interesses dos participantes e preservar as relações previdenciárias. A autarquia considera inadmissível desvios de condutas. Esses pontos fora da curva são tratados com o rigor que a lei impõe. Lembramos que tais casos, inclusive, estão no âmbito de outras esferas de competência – que têm agido com igual firmeza e compromisso.
O Brasil passa por um momento especial em sua história, face à profunda transição demográfica, que já afeta sua população. O modelo de proteção social escolhido pelo nosso país é referência junto à comunidade internacional. Os fundos de pensão foram e continuarão sendo um importante instrumento de proteção ao cidadão, em conjunto com o regime geral. Por se tratar de uma política de Estado, toda e qualquer discussão que envolva a saúde ou governança do setor deverá ser feita de forma serena e republicana.
 Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc

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Gex/ANASPS
Ano XIV, Edição 682
Brasília 13 de maio de 2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

ANASPS VAI A PETRÓPOLIS ENTREGAR A MEDALHA DOM JOÃO VI, DE PREVIDENCIA E SEGURIDADE SOCIAL AO MUSEU IMPERIAL

A Diretoria Executiva da ANASPS , inclusive com os diretores estaduais, estará dia 13.05  em Petrópolis ,para incorporar ao arquivo do Museu Imperial a Medalha Dom João VI, de Previdência e Seguridade Social, criada pela ANASPS em homenagem a dom  João VI , como Rei de Portugal, Brasil e Algarves que assinou o Decreto real de 1º de outubro de 1821, concedendo aposentadoria (jubilação) aos mestres e professores com 30 anos de serviço, marco da Previdência Social .
Neste ano estão sendo lembrados os 207 anos da chegada da família real ao Brasil, em 1808, e aos 189 anos  de Joao VI .

O decreto valia para todo o reino e foi publicado na Gazeta do Rio de Janeiro, o diário oficial do Reino, na edição de 19 de janeiro de 1822, depois do retorno da famíia Imperial a Lisboa.

A Medalha, confeccionada em metal fino banhada a ouro de 18 k estampada em relevo com seis centímetros de diâmetro, foi criada   por Valdério Soares da Costa, artista potiguar,  inspirado nos retratos e ilustrações de dom Jom VI  feitos pelo artista francês Jean Baptiste Debret. A Medalha contém no anverso a efígie de Dom João VI e a inscrição Medalha do Mérito dom João VI de Previdência e Seguridade Social, e no reverso a inscrição da Associação Nacional dos Servidores da
Previdência e da Seguridade Social.

Já foram agraciados com a Medalha: os ex-ministros da Previdência, Reinhold Stephanes e Garibaldi Alves, o ministro Carlos Eduardo Gabas, os presidentes do INSS, Mauro Hauschild e Lindolfo Neto de Oliveira Sales, o ex-presidente  da ANPPREV e ex-deputado, Carlos Mota, o Secretario de Políticas de Previdência Social do MPS, Benedito  Adalberto Brunca, os servidores   Julio Pinheiro de Carvalho, 1º presidente da ANASPS, Isaac Martins dos Reis, Joao Maria Lopes, Neusa Vieira Lopes de Castro, o deputado Ronaldo  Medeiros,  o representante da OISS no Brasil, Baldur  Schubert,o representante da AISS, Fernando Henriques Bittes Richards, os diretores estaduais da ANASPS, José Julio Martins de Queiroz,  Joaquim José de Carvalho, José Gonçalves Campos e Dulcina Fátima Golgato de Aguiar, Superintendente do INSS em São Paulo, o presidente da ANASPS, Alexandre Barreto Lisboa, o Vice Presidente Executivo, Paulo César Regis de Souza, o advogado Antonio Torreão Braz Filho

Câmara aprova texto-base da MP que dificulta acesso ao seguro-desemprego. A MP faz parte do pacote de ajuste fiscal divulgado pelo governo no fim do ano passado.
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Leia mais no ANASPS URGENTE nº 14 em link nesta páginas

PARA QUEM DUVIDAVA. APROVADA PEC DA BENGALA.

Leia mais no ANASPS URGENTE n º 13 em link nesta página


Ajuste pressiona fundos de pensão
Autor: Edna Simão e Ribamar Oliveira | De Brasília,  VALOR ECONÔMICO –SP, 04/05/2015
Do déficit total de R$ 31 bilhões dos fundos de pensão, ocorrido no ano passado, R$ 22 bilhões estão concentrados em 79 Planos de Previdência complementar. De acordo com dados da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), esses planos são oferecidos por 43 fundações.
Até o fim do ano, esses fundos terão que apresentar uma proposta para equacionar o problema. São 42 planos públicos (de empresas estatais) e 37 privados, sendo que 44 adotam o regime de benefício definido e 35, o de contribuição variável.
Com o elevado déficit dos fundos e por causa de irregularidades que estão sendo noticiadas, a Previc decidiu ter uma postura mais rigorosa. Agora, vai convocar nove entidades patrocinadoras para que expliquem o rombo no ano passado. O objetivo é analisar se os déficits registrados são conjunturais ou estruturais e acompanhar as medidas que estão sendo adotadas para a solução dos problemas.
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Fraudes bilionárias sem fim
Força-tarefa identifica prejuízos de R$ 4,6 bi provocados por esquemas de desvios de recursos da Previdência entre 2003 e 2014. Ataques persistem e aprofundam déficIt
ESTADO DE MINAS - MG04/05/2015
O financiamento da Seguridade Social é dever de toda a sociedade. Pelo menos é o que diz a Constituição Federal, em seu artigo 195. Mas, na prática, não é bem assim. Levantamento da Força-tarefa Previdenciária - composta por integrantes do Ministério Público, Polícia Federal e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) - revela os mais diversos tipos de fraude praticados por agentes públicos, empregadores e segurados para desviar recursos que deveriam ser usados para garantir aposentadorias e outros benefícios para os trabalhadores. E aponta prejuízos bilionários.
De 2003 até o ano passado, as investigações dessa força-tarefa desbaratam esquemas de fraudes que causaram prejuízos de até R$ 4,6 bilhões. Esse valor representa 40,2% do resultado negativo de R$ 11,437 bilhões registrado pelo INSS no primeiro bimestre deste ano. Durante esse período, foram feitas 590 operações para combater desvios de recursos realizados por quase 2 mil pessoas, entre elas 417 Servidores Públicos. Os maiores desvios foram registrados em 2008: cerca de R$ 2 bilhões, registrados em 36 operações. Ano passado, o prejuízo estimado foi de R$ 50,8 milhões. Este ano já foram realizadas cinco operações.
O preço desses desvios, segundo o procurador Carlos Alexandre Menezes, um dos integrantes da força-tarefa em Minas Gerais, muitas vezes é a não concessão de algum benefício a quem realmente necessita dele, além do aumento gradativo do déficit da Previdência, que "em um futuro próximo pode comprometer todo o sistema". Segundo ele, as fraudes mais comuns são a criação de falsos vínculos empregatícios na carteira de trabalho ou no próprio Cadastro Nacional de Informações Sociais - o banco de dados do INSS -, o recebimento continuado de pensões ou aposentadorias de pessoas já falecidas, a apresentação de documentos falsos para atestar incapacidade ou doenças simuladas e a sonegação das contribuições previdenciárias por parte do empregador.
Perícia
 Em uma das grandes operações da força-tarefa no estado, batizada na época de Freud, foram detectados vários desvios na concessão de benefícios por doença ou invalidez. De acordo com ele, alguns segurados chegavam a tomar remédios para simular doenças no dia da perícia. Nessa operação foram denunciadas 67 pessoas, entre médicos, despachantes, atravessadores e segurados. O procurador lembra que essas fraudes podem provocar a detenção dos envolvidos e seu enquadramento como estelionatários ou sonegadores. "Tem gente que recebe pensão de pessoas falecidas por anos. Isso é crime."
Este ano, o Ministério Público Federal já obteve a condenação de oito pessoas por fraudes contra o sistema previdenciário. Duas delas respondem, juntas, por 42 ações que tramitam na Justiça Federal pelo mesmo motivo: desvios de recursos do INSS. Em todas as ações o MPF recorreu para tentar aumentar a pena dos réus, muitos vezes sentenciados a poucos anos de detenção, que acabam sendo convertidos em serviços à comunidade ou regime semiaberto.
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Instituido o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social.
DECRETO No-8.443, DE 30 DE ABRIL DE 2015
Institui o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social.
                A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput , inciso VI, alínea "a", da Constituição, DECRETA:
Art. 1 o Fica instituído o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social com a finalidade de promover o debate entre os representantes dos trabalhadores, dos aposentados e pensionistas, dos empregadores e do Poder Executivo federal com vistas ao aperfeiçoamento e à sustentabilidade das políticas de emprego, trabalho e renda e de previdência social e a subsidiar a elaboração de proposições pertinentes.

Art. 2º São objetivos do Fórum debater, analisar e propor, entre outras, ações sobre os seguintes temas:
I - Políticas de Previdência Social:
a) sustentabilidade do sistema;
b) ampliação da cobertura;
c) fortalecimento dos mecanismos de financiamento;
e d) regras de acesso, idade mínima, tempo de contribuição e fator previdenciário;
e II - Políticas de Emprego, Trabalho e Renda:
a) fortalecimento do emprego, trabalho e renda;
b) rotatividade no mercado de trabalho;
c) formalização e preservação do emprego;
d) aperfeiçoamento das relações trabalhistas;
e e) aumento da produtividade do trabalho.

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O impacto da Previdência nas contas fiscais
O ESTADO DE S. PAULO – SP, Editorial, 03.05.2015
As contas previdenciárias pesam cada vez mais sobre o resultado fiscal do governo central, como mostraram os dados relativos a março. O desequilíbrio do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) cresceu 11% em relação a fevereiro, saindo de R$ 5,87 bilhões para R$ 6,52 bilhões. Houvesse equilíbrio, o superávit primário teria sido de quase R$ 8 bilhões e haveria um bom motivo para comemorar.
Dois fatos históricos tornaram a Previdência vilã das contas públicas: o não financiamento de 1/3 das aposentadorias pelo Tesouro, como estava previsto no projeto original de criação da Previdência Social, na era Vargas; e a inclusão das aposentadorias rurais no RGPS. Como as contribuições dos trabalhadores rurais são ínfimas (inferiores a 1,5% das contribuições totais) e os benefícios respondem por quase 23% das despesas, cria-se um enorme desequilíbrio.
Mantidas as regras em vigor, as perspectivas para este ano são ruins. No primeiro trimestre, a arrecadação previdenciária líquida foi de R$ 79,9 bilhões, enquanto os benefícios atingiram R$ 97,9 bilhões, com desequilíbrio de R$ 18 bilhões.
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Setores desonerados puxam queda da contribuição previdenciária, diz estudo
VALOR ECONÔMICO –SP,  Marta Watanabe | De São Paulo04/05/2015
A redução no recolhimento da contribuição previdenciária relativa aos setores que foram beneficiados pela desoneração da folha acelerou a queda da arrecadação total do tributo em março. Se o recuo no recolhimento da contribuição previdenciária da desoneração da folha se mantiver no nível de março, o que o governo deixar de arrecadar deve ir além da renúncia inicialmente prevista para o ano, segundo análise de economistas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV).
A arrecadação calculada sobre faturamento dentro do benefício da desoneração de folha caiu 10,1% em termos reais em março, contra igual mês do ano passado. Outros recolhimentos com base em faturamento como o de prestadores de serviços, que têm a contribuição retida na fonte - também recuaram, mas menos: queda de 6% em março em termos reais.
No mesmo período, a contribuição previdenciária calculada de forma tradicional, sobre folha de salários, cresceu 1,7%, também em termos reais, incluídas nessa conta a previdência paga pela administração pública. A contribuição previdenciária total recolhida pelos empregadores caiu 1,2%. A análise foi feita pelos pesquisadores José Roberto Afonso, Bernardo Fajardo e Vilma Pinto e baseou-se em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).
Para Afonso, o mês de março revela que a arrecadação da contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) calculada sobre receita está caindo em ritmo maior do que aquela que tem o salário como base. "Isso torna claro que o custo da desoneração será cada vez mais alto, não apenas pela renúncia em si, mas porque a nova base pode vir a cair mais rapidamente que o salário."


Contas públicas têm o pior 1° trimestre desde 2009. Fundos perdem quase R$ 19 bi em dois anos. Previdência com patrocínio de estatais sai de superavit de R$ 9,8 bilhões, em 2013, para rombo de R$ 8,9 bilhões no ano passado. Funcef e Postalis estão deficitários
CORREIO BRAZILIENSE – DF, ANTONIO TEMÓTEO, 05/05/2015

Os 86 fundos de pensão com patrocínio de estatais acumularam um rombo de R$ 8,9 bilhões no ano passado, nas contas da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). O resultado representa uma perda
R$ 18,7 bilhões já que em 2013 o saldo era positivo em R$ 9,8 bilhões. Apesar dos prejuízos, analistas de mercado e participantes das fundações avaliam que a situação é conjuntural e será revertida nos próximos anos.
O presidente Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, explicou que o resultado contábil negativo ocorreu porque os fundos deficitários elevaram o rombo de R$ 18,5 bilhões, em 2013, para R$ 25 bilhões no ano seguinte. Enquanto que os superavitários ecolheram seus ganhos de R$ 28,4 bilhões para R$ 16,6 bilhões no mesmo período. Na opinião dele, esses números merecem atenção dos gestores dos fundos de pensão.
As perdas acumuladas, no entanto, não surpreenderam Pena Neto porque, segundo ele, a conjuntura econômica desfavorável que afetou o país nos últimos anos trouxe grande oscilação para os mercados. "A volatilidade atingiu não só o mercado acionário, normalmente mais influenciável por conjunturas adversas, mas também a renda fixa, o que tornou aos investidores tarefas das mais difíceis escapar dos seus efeitos", ponderou.
Entre os fundos de pensão que acumularam prejuízos nos últimos três anos estão a Funcef e o Postalis. A primeira, que paga benefícios para os empregados da Caixa Econômica Federal, acumulou um deficit de R$ 5,5 bilhões e cobrará contribuições adicionais dos participantes pelos próximos 12 anos. A segunda, que gerencia o patrimônio dos funcionários dos Correios, cobrará extras pelos próximos 15 anos para cobrir uma necessidade de financiamento de R$ 5,6 bilhões.
Para a presidente da Associação Nacional dos Participantes dos Fundos de Pensão (Anapar), Cláudia Ricaldoni, o resultado não é preocupante e está concentrado nos planos de benefício definido que existem no país. Ela explicou que não há problemas estruturais no sistema fechado de previdência complementar, mas avalia que um aperfeiçoamento nas normas vigentes se faz necessário para que passem a enxergá-lo como investimento de longo prazo.
Cláudia usou como exemplo o fato de que as normas para equacionamento de deficit e distribuição de superavit prezam pelo curto prazo. Se um plano de benefícios apresenta prejuízo atuarial por três anos consecutivos ou se essa necessidade de financiamento for igual ou maior que 10% dos ativos, é necessário apresentar um plano para cobrir esse rombo. E para distribuir superavit basta que a reserva de contingência ultrapasse 25% das matemáticas. "Não podemos transferir riquezas entre gerações. Se trato como uma questão de curto prazo, o participante que paga contribuições adicionais agora custeia a distribuição de benefícios nos próximos anos", afirmou.

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Justiça Federal libera mais de R$ 580 milhões em revisões de aposentadorias
06/05/2015 - 08:05:00
O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou aos tribunais regionais federais (TRFs) os limites financeiros no valor de R$ 762.570.960,39 relativos às requisições de pequeno valor (RPVs) autuadas em março de 2015.
 Do total geral, R$ 580.312.950,85 correspondem a processos previdenciários e assistenciais – revisões de aposentadorias, pensões e outros benefícios, que somam um total de 60.850 ações, beneficiando, em todo o país, 67.913 pessoas.
                O Conselho esclarece que cabe aos tribunais regionais federais, segundo cronogramas próprios, fazer o depósito, dos recursos financeiros liberados. Com relação ao dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, esta informação deve ser buscada na consulta processual, na Internet, no endereço do portal do tribunal regional federal responsável.
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Efeito de terceirizações na receita preocupa Previdência
Ministro Carlos Gabas diz que há temor de que o PL 4.330 gere evasão de receitas no INSS. Para analistas, medo se explica por histórico de baixos salários em terceirizadas e pela maioria delas estar inscrita no Simples Nacional
 BRASIL ECONÔMICO – SP, Autor: Aline Salgado aline.salgado@brasileconomico.com.br Eduardo Miranda eduardo.miranda@brasileconomico.com.br, , Data: 27/04/2015
O Ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, afirmou que o clima no Palácio do Planalto é de desconforto com a aprovação do Projeto de Lei (PL) 4.330/04, da terceirização na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira. Segundo o ministro, o temor é de que a terceirização gere "uma evasão de receitas" nos cofres do INSS.
"Já tive várias conversas com Joaquim Levy (ministro da Fazenda) e com Jorge Rachid (secretário da Receita Federal). Eles estão muito atentos com essa possibilidade de evasão de recursos e não ficarão passíveis a essa possibilidade", disse Gabas, em entrevista exclusiva aos jornais O DIA e Brasil Econômico. "Há uma discussão em relação a medidas que devem ser tomadas e negociações com o Congresso para evitar que haja uma queda de arrecadação nas contribuições previdenciárias", acrescentou o chefe da pasta, ressaltando que as eventuais perdas podem ser calculadas pela Secretaria da Receita.
Apesar do possível desfalque aos cofres da Previdência com a terceirização, Gabas antecipou que, se aprovada, a redução da desoneração da folha de pagamento das empresas pode ter impacto positivo de R$ 25 bilhões para o INSS. A presidenta Dilma Rousseff enviou ao Congresso um projeto de lei que altera alíquotas e reduz a desoneração. De acordo com o projeto, quem pagava alíquota de 1% de contribuição previdenciária sobre a receita bruta passaria a pagar 2%. Já a alíquota de 2% aumentaria para 4,5%.
"O efeito da desoneração na economia, na arrecadação pública, foi de R$ 25 bilhões. Estamos falando em voltar a esses R$ 25 bilhões de arrecadação", disse.
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ANASPS/ON LINE

Ano XVIII, Edição nº 1.374

Brasilia, 8 de maio de 2015
Finalmente : Senado aprova regulamentação de direitos dos empregados domésticos.  Contribuição do empregador passará  a 20%. Criado o Simples Doméstico, a ser implantado em 120 dias. Criado o REFIS Doméstico, com o nome de REDOM. O projeto vai a sanção presidencial.
Da Redação | 06/05/2015, 22h14 - ATUALIZADO EM 06/05/2015, 22h27



A discussão do projeto e votação dos destaques durou mais de quatro horas
Moreira Mariz/Agência Senado‹ ›
O Senado aprovou em 06.05 o projeto que regulamenta direitos dos trabalhadores domésticos (PLS 224/2013). O texto aprovado pelos senadores retoma o que havia sido aprovado no Senado há cerca de dois anos, com apenas alguns pontos mudados pela Câmara, como a possibilidade de dedução de despesas com empregados domésticos no Imposto de Renda. O projeto segue para sanção da presidente da República.
— Agora sim nós acabamos de fechar a última senzala brasileira e abolir o ultimo resquício da escravatura — comemorou o presidente do Senado, Renan Calheiros, que previu uma maior formalização de empregados domésticos.
O texto foi elaborado para regulamentar a Emenda Constitucional 72, promulgada em abril de 2013, resultante da PEC das Domésticas. Aprovado em julho de 2013 pelo Senado, o projeto seguiu para a Câmara dos Deputados, onde só foi aprovado em março de 2015, com muitas mudanças. O projeto voltou ao Senado na forma de um texto alternativo elaborado pela outra Casa Legislativa (SCD 5/2015).
De acordo com o texto aprovado, empregado doméstico é aquele que presta serviços remunerados e sem finalidade lucrativa a pessoa ou família, no âmbito residencial, por mais de dois dias por semana. A jornada regular é de até 8 horas diárias e 44 semanais.
Lindbergh Farias (PT-RJ), foi um dos senadores que se manifestou contra retomada de fundo para cobrir multa de 40% nos casos de demissão do
Veja, abaixo, os principais pontos aprovados:
Definição e contrato
O emprego doméstico é caracterizado quando um empregado trabalha acima de dois dias na semana em uma mesma residência. Empregador e empregado firmarão contrato de trabalho que poderá ser rescindido a qualquer tempo, por ambas as partes, desde que pago o aviso-prévio na forma que prevê a CLT. O contrato de experiência poderá ter prazo inferior a 45 dias.
É proibida a contratação de menor de 18 anos para fins de trabalho doméstico.

Jornada de trabalho
A jornada de trabalho é de oito horas diárias e 44 horas semanais, mas o empregador poderá optar pelo regime de 12 horas de trabalho seguidas por 36 de descanso. O intervalo para almoço vai de uma a duas horas, mas poderá ser reduzido para 30 minutos por acordo escrito entre empregador e empregado.

Banco de horas
O trabalho que exceder a 44 horas semanais será compensado com horas extras ou folgas, mas as 40 primeiras horas extras terão que ser remuneradas. As horas extras deverão ser compensadas no prazo máximo de um ano.

FGTS e INSS
Ao todo, o empregador pagará mensalmente 20% de alíquota incidente no salário pago (8% FGTS + 8% INSS + 0,8% seguro contra acidente + 3,2% relativos à rescisão contratual).

Multa em caso de demissão
A multa de 40% nas demissões será custeada por alíquota mensal de 3,2% do salário, recolhida pelo empregador em um fundo separado ao do FGTS. Essa multa poderá ser sacada quando o empregado for demitido, mas nas demissões por justa causa, licença, morte ou aposentadoria, o valor será revertido para o empregador.

Super Simples Doméstico
Será criado no prazo de 120 dias após a sanção da lei. Por meio do Super Simples, todas as contribuições serão pagas em um único boleto bancário, a ser retirado pela internet. O Ministério do Trabalho publicará portaria sistematizando seu pagamento.

Viagem
As horas excedidas pelo empregado durante viagens com a família do empregador poderão ser compensadas após o término da viagem. A remuneração será acrescida em 25%, e o empregador não poderá descontar dela despesas com alimentação, transporte e hospedagem.

Férias e benefícios
Os 30 dias de férias poderão ser divididos em dois períodos ao longo de um ano, sendo que um dos períodos deverá ser de no mínimo 14 dias.
O seguro desemprego poderá ser pago durante no máximo três meses. O texto da Câmara previa o pagamento por cinco meses, assim como ocorre com os demais trabalhadores.
A licença-maternidade será de 120 dias.
O auxílio transporte poderá ser pago por meio de “vale” ou em espécie.
O aviso-prévio será pago proporcionalmente ao tempo trabalhado.
O trabalhador terá direito ao salário-família, valor pago para cada filho até a idade de 14 anos e para os inválidos de qualquer idade. Segundo a legislação do salário família, o empregador deve pagar diretamente ao empregado e descontar de sua parte da contribuição social todo mês.

Acerto com a Previdência
Será criado o Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregados Domésticos (REDOM), pelo qual poderá haver o parcelamento dos débitos com o INSS vencidos em 30/04/2013. O parcelamento terá redução de 100% das multas e dos encargos advocatícios; e de 60% dos juros.
Os débitos incluídos no Redom poderão ser parcelados em até 120 dias, com prestação mínima de R$ 100; e o parcelamento deverá ser requerido pelo empregador no prazo máximo de 120 dias contados a partir da sanção da lei. O não pagamento de três parcelas implicará em rescisão imediata do parcelamento.

Fiscalização
As visitas do Auditor-Fiscal do Trabalho serão previamente agendadas, mediante entendimento entre a fiscalização e o empregador. Foi retirada do texto a previsão de visita sem agendamento com autorização judicial em caso de suspeita de trabalho escravo, tortura, maus tratos e tratamento degradante, trabalho infantil ou outra violação dos direitos fundamentais.

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Ano XVII, Edição nº 1375
Brasília, 8 de Maio de 2015

quinta-feira, 7 de maio de 2015

ANASPS Urgente 14


 Brasília, 7 de maio de 2015
Câmara aprova texto-base da MP que dificulta acesso ao seguro-desemprego. A MP faz parte do pacote de ajuste fiscal divulgado pelo governo no fim do ano passado.
Publicou o site da Câmara em 06/05/2015 - 23h27
Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados
Deputados aprovaram MP do ajuste fiscal por uma pequena diferença de votos: 252 a favor e 227 contra
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em 06.05 o texto-base da Medida Provisória 665/14, que muda as regras de concessão do seguro-desemprego, do abono salarial e do seguro-defeso para o pescador profissional. O texto foi aprovado por 252 votos a 227. Os destaques oferecidos à matéria serão analisados nesta quinta-feira (7).
Entre os pontos que ainda dependem da votação de destaques estão os prazos a serem observados pelo trabalhador para a solicitação do seguro.
A redação aprovada pela Câmara é o relatório da comissão mista que analisou a MP, de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA). O relatório prevê que, para o primeiro pedido, o trabalhador precisará comprovar o recebimento de salários em pelo menos 12 meses nos 18 meses anteriores à data da dispensa.
No segundo pedido, deverá comprovar o recebimento de 9 salários nos 12 meses anteriores. A partir da terceira solicitação, a regra continua igual à atual: comprovar o recebimento nos seis meses anteriores à demissão.
A versão original da MP previa 18 salários em 24 meses no primeiro pedido e 12 salários em 16 meses no segundo requerimento.
Outra novidade em relação à regra atual é a proibição de usar esses mesmos períodos de salário recebido nos próximos pedidos, o que dificulta o recebimento do benefício em intervalos menores.
Esses pontos podem mudar se algum destaque sobre eles for aprovado.

Abono e meio rural
Devido ao acordo entre os líderes partidários para análise dos destaques, o Plenário votou dois deles nesta quarta-feira. Um deles, do Solidariedade, pretendia excluir do texto as mudanças sobre o pagamento do abono salarial, como seu direito proporcional ao número de meses trabalhados no ano anterior (1/12). Esse destaque foi rejeitado por 247 votos a 220.
Outro destaque votado e rejeitado, por 234 votos a 229, pretendia estender o direito ao seguro-desemprego a todos os trabalhadores rurais avulsos, que trabalham por safra, em vez de apenas para os contratados por prazo indeterminado.

Revisão da economia
Para 2015, o Ministério do Trabalho e Emprego previu que a MP original provocaria gastos menores com o seguro-desemprego (R$ 30,7 bilhões) e o abono salarial (R$ 12,3 bilhões).
Entretanto, de acordo com o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, as mudanças feitas pelo Congresso nessa MP e na 664/14, sobre pensões, já reduziram entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões a economia de R$ 18 bilhões prevista pelo governo com essas medidas provisórias.

Curso obrigatório
O texto de Rocha impõe ao trabalhador desempregado novo requisito para o recebimento do seguro: frequentar curso de qualificação profissional ofertado por meio do programa Bolsa-formação Trabalhador, no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), ou com vagas gratuitas na rede de educação profissional e tecnológica. Um regulamento definirá a frequência no curso.


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Os bodes expiatórios

Paulo César Regis de Souza (*)

O inferno astral dos servidores públicos começou com o Presidente Sarney, que foi nocivo aos servidores. Nos legou a vilania do vencimento básico, que é uma das causas do eterno sofrimento dos servidores. É tão baixo que inventaram dezenas de gratificações fajutas de produtividade para minimizar as perdas dos servidores. Isto depois de inventar o plano cruzado, calote no  FMI,  inflação de três dígitos etc.
Depois veio Fernando Collor de Mello, o caçador de "marajás”, que enganou os milhões de brasileiros quando afirmava, em campanha, que o problema do Brasil estava nos servidores públicos. Extinguiu ministérios, congelou a poupança, fundiu órgãos públicos, pôs milhares de servidores em disponibilidade e vendeu os apartamentos funcionais.
Foi eleito por um partido político sem a menor expressão e com sua camarilha,  a “República das Alagoas” se apossou do país tentando transformar o Brasil em sua fazenda, transformando-nos em seus escravos. Seu capataz , PC Farias, roubou e depois foi morto, sem se provar até hoje quem o matou. Mas ladrão que mata ladrão tem cem anos de perdão!. Perseguiu servidores, mas era ele na verdade o marajá. Mandou e desmandou na Casa da Dinda, Alvorada e no Planalto, com arrogância e despudor. Ganhou uma Fiat Elba de presente e foi expulso do Palácio do Planalto.
Itamar Franco entrou mudo e saiu calado, mas foi salvo pelo Plano Real. Anistiou os demitidos de Collor, que desde então voltaram, mas com elevadas perdas. O governo ainda os trata como inimigos.
 Fernando Henrique Cardoso, se elegeu com a bandeira da moralidade. Em seu primeiro discurso mandou rasgar tudo que tinha escrito como sociólogo.  Criou o Estado Mínimo para acabar com os servidores federais. Chamou os aposentados de vagabundos, perseguiu servidores, teve seu nome ligado a diversas maracutaias nas privatizações das teles mas nada foi provado; hoje dá palestras defendendo a liberação da maconha.
Luiz Inácio Lula da Silva, sindicalista, em seus discursos para salvar a pátria dos malfeitores bradava: “fora FMI” . fora, FHC” , “não `às privatizações”.  Prometia instituir o  Fome Zero, criar dez milhões de empregos, implantar salário mínimo compatível com 1º mundo e respeito aos servidores públicos.
 Após oito anos de governo o que vimos foi o aumento da população mais pobre sem emprego e totalmente dependente das migalhas do bolsa família. Sua caterva , a “República do ABC”  implantou o mensalão, para  receber propinas. Os mensaleiros acabaram presos por um brasileiro honesto, negro,  vindo de família humilde, mas com bom caráter e vida elibada, que não se intimidou e colocou todos atrás das grades.
O Brasil rasgou dinheiro com venezuelano, cubano, africano.
Os bancos tiveram os maiores lucros da história.
Lulala desrespeitou os servidores públicos que acumularam perdas salariais de 60%, acabou com direitos constitucionais e conquistas sociais com a 2ª. reforma da Previdência pública,  achatou os benefícios dos aposentados que recebem acima do mínimo. Criou duas dúzias de Ministérios e Secretarias e contratou milhares de terceirizados  no lugar de concursados, deu  um por cento de aumento no salário dos servidores (humilhação), desrespeitando a Constituição. Elegeu para substitui-lo  um poste, palavras dele.

Dilma Rousseff foi eleita com apoio do PMDB, partido que desde Sarney só se locupleta. Prometeu tudo que os outros tinham prometido e pior nós acreditamos e tivemos quatro anos de penúria em todas as áreas. Durante o período eleitoral o criador do poste alardeava os bons momentos do Brasil na economia mundial, clamava que o Brasil era um exemplo para mundo, era a 8ª. economia. Com o   PIB nas alturas, inflação controlada, etc, etc,etc.

Após as eleições, um ‘tsunami” desabou sobre todos nós, com  aumentos dos combustíveis, luz, água, telefone, educação, alimentação. Segurança e saúde não existiam.
A Presidente, já no 2º mandato, ficou atordoada. Faltava encontrar o culpado.
De repente, colocaram “o bode na sala” , como nos outros governos. O bode seria os servidores públicos, que quebraram o Brasil...
Por isso não haverá concurso público, nos hospitais faltará tudo , remédios e até médicos (apesar de 11 mil  cubanos), na segurança munição, presídios, policiais, nas escolas professores,  merenda e livros, na Previdência técnicos, médicos peritos, procuradores, auditores fiscais, haverá benefícios represados, fim da concessão em 30 minutos, atraso no pagamento dos benefícios após 92 anos com pagamento em dia a 32 milhões de segurados, inadimplência no repasse às prefeituras onde 70%  sobrevivem graças  as transferências do INSS.
Lendo , ouvindo e vendo jornais, rádios e tevês concluo que e governo achou a solução para o mensalão, petrolão, Receita Federal, Correios, Fundos de Pensão, Petrobrás, etc;
Após analisar todos esses roubos, assaltos,  falcatruas, a grande solução é não dar aumento ao servidores públicos em 2016.
Dizem as más línguas que o PT cometeu todos os pecados dos dez mandamentos,:não roubarás, não matarás etc Então Deus reduziu de dez para dois: amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo. Deus está preocupado, que o PT, acabe com os dois e crie: AME O PT PRIMEIRO, DEPOIS DEUS!!!


Paulo César Regis de Souza é Vice Presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e a Seguridade Social-ANASPS.

ANASPS Urgente 13


 Brasília, 6 de Maio de 2015
PARA QUEM DUVIDAVA!. APROVADA PEC DA BENGALA!.
Câmara aprova em 2º turno aposentadoria compulsória aos 75 para ministros do STF,  ministros dos tribunais superiores e do TCU. Para os demais servidores públicos, dependerá da aprovação posterior de uma lei complementar.
Agência Câmara, Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda, Edição – Pierre Triboli, 06/05/2015 - 00h32 Atualizado em 06/05/2015 - 01h48
Luis Macedo/Câmara dos Deputados


Deputados aprovaram mudança na Constituição, que hoje define em 70 anos a idade de aposentadoria compulsória.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição 457/05, que aumenta de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU). A proposta foi aprovada com 333 votos favoráveis, 144 contrários e 10 abstenções e será promulgada em sessão do Congresso para começar a valer.
O texto aprovado da PEC é o projeto original enviado pelo Senado. Segundo a PEC, a aposentadoria compulsória aos 75 anos poderá ser ampliada para todos os servidores públicos por uma lei complementar a ser discutida pelo Congresso Nacional.
Um destaque do PT, rejeitado por 350 votos a 125 e 10 abstenções, pretendia condicionar a aplicação da aposentadoria compulsória dos ministros desses tribunais também à mesma lei complementar, tornando a medida sem efeito imediato.
A alteração na idade de aposentadoria terá impacto na composição, entre outros, do Supremo Tribunal Federal. Pela regra atual, até 2018, cinco ministros alcançariam 70 anos e seriam aposentados. Dessa forma, a presidente Dilma Rousseff terminaria o mandato tendo escolhido a maioria dos ministros da corte. Com a ampliação da aposentadoria, ela perderá esse poder de escolha se os atuais ministros permanecerem no cargo até o limite de 75 anos, deixando de gerar vaga a ser preenchida.
Debate em Plenário
Entre os que defenderam a proposta está o líder do PV, deputado Sarney Filho (MA). “Temos de ampliar [para outras categorias a aposentadoria até 75 anos]. A vida melhorou e a expectativa de vida aumentou para todos”, disse.
Já o deputado Henrique Fontana (PT-RS) criticou a PEC. “Imaginem se o relator da reforma política propusesse prorrogar os mandatos de parlamentares e prefeitos por cinco anos sem novas eleições?”, criticou.
Para o deputado Ivan Valente (Psol-SP), a medida deveria valer de imediato para todas as carreiras públicas, como previa um texto sugerido anteriormente pela Câmara.
Associações de advogados e juízes, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), criticaram em nota a PEC por ser um obstáculo à “oxigenação” do Judiciário.
Direito comparado
Levantamento da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) exemplifica que o modelo brasileiro – que prevê a aposentadoria obrigatória do ministro do STF que completar 70 anos – só tem equivalência na Áustria e na Bélgica.
Itália, França, Espanha e Portugal não estabelecem idade para aposentadoria, mas mandatos para os ministros. Nos três primeiros países, o mandato é de nove anos, enquanto o modelo português estabelece mandato de seis anos.
A Alemanha combina os dois critérios: além do mandato de 12 anos, há limite de idade de 68 anos para os juízes ocupantes da corte constitucional.
Nos Estados Unidos, por outro lado, não há mandato tampouco limite de idade. O juiz indicado à Suprema Corte tem mandato vitalício.
A AMB é contra a proposta aprovada. A instituição aponta que a PEC vai aumentar, de 17 para 22 anos, o tempo médio em que um ministro ocupará o cargo no Supremo Tribunal Federal. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estima a AMB, o magistrado que hoje passa 19 anos no cargo passará a ocupar a posição por 24 anos.



PREVIDÊNCIA SOCIAL, 92 ANOS; ANASPS, 22 ANOS.
PREVIDÊNCIA SOCIAL PÚBLICA  PATRIMÔNIO DOS BRASILEIROS