sexta-feira, 6 de maio de 2016

Um Brasil de Marias e Josés: IBGE apresenta banco de nomes com base no Censo 2010


O IBGE apresenta levantamento inédito dos nomes mais frequentes no Brasil, identificados pelo Censo Demográfico 2010. Foram observados 130.348 nomes diferentes na população brasileira, 63.456 masculinos e 72.814 femininos, sendo que há nomes comuns aos dois sexos e apenas o primeiro nome foi considerado. Para as mulheres, o nome preferido é Maria, com frequência de 11,7 milhões de pessoas. Já para os homens, o mais comum é Jose, com 5,7 milhões de pessoas.
As informações disponibilizadas estão organizadas por sexo, para Brasil, unidades da federação e municípios. O levantamento também aponta os nomes mais frequentes até 1929 e por década de nascimento a partir de 1930, possibilitando identificar nomes que entraram e saíram de moda e aqueles que aparecem de maneira mais constante.
O projeto Nomes no Brasil tem por base as listas de moradores dos domicílios em 31 de julho de 2010, data de referência do Censo 2010. Foram registrados obrigatoriamente o primeiro nome e o último sobrenome de todos os moradores do domicílio e, havendo mais de um morador com primeiro e último nomes iguais, foram registrados os outros nomes que permitissem distingui-los.
As formas variantes dos nomes foram contabilizadas distintamente, conforme registradas na lista de moradores do domicílio no momento da coleta do questionário. Desse modo, nomes como Ana ou Anna, Ian ou Yan, Luis ou Luiz, entre outros, foram considerados isoladamente, com a grafia original da coleta. Também não foram previstos sinais como acentos, cedilha, trema e til (por isso os nomes citados estão sem esses acentos).
O projeto Nomes no Brasil está disponível no link http://censo2010.ibge.gov.br/nomes.
O aplicativo Nomes no Brasil também está disponível gratuitamente para Android pelo link https://play.google.com/store/apps/details?id=com.ionicframework.nomes423854 e em breve estará disponível para IOS.
Brasil - Total
Brasil - Feminino
Brasil - Masculino
Nome
Frequência
Nome
Frequência
Nome
Frequência
MARIA
11.734.129
MARIA
11.694.738
JOSE
5.732.508
JOSE
5.754.529
ANA
3.079.729
JOAO
2.971.935
ANA
3.089.858
FRANCISCA
721.637
ANTONIO
2.567.494
JOAO
2.984.119
ANTONIA
588.783
FRANCISCO
1.765.197
ANTONIO
2.576.348
ADRIANA
565.621
CARLOS
1.483.121
FRANCISCO
1.772.197
JULIANA
562.589
PAULO
1.417.907
CARLOS
1.489.191
MARCIA
551.855
PEDRO
1.213.557
PAULO
1.423.262
FERNANDA
531.607
LUCAS
1.116.818
PEDRO
1.219.605
PATRICIA
529.446
LUIZ
1.102.927
LUCAS
1.127.310
ALINE
509.869
MARCOS
1.101.126

Leia mais no
ANASPS/ON LINE/Extra
Ano XVIII, Edição nº 1.476

Brasília, 6 de Maio de 2016.

ANASPS DEFENDE A VOLTA DO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL A FUSÃO FOI DESASTROSA PARA A PREVIDÊNCIA

ANASPS DEFENDE  A VOLTA DO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL
A FUSÃO FOI DESASTROSA PARA A PREVIDÊNCIA
A DIRETORIA EXECUTIVA DA ANASPS divulgou comunicado defendendo a desfusão do Ministério do Trabalho e da Previdência Social, restabelecendo o  Ministério da Previdência Social, conforme foi recriado em 1992.
O Comunicado esclarece:
“Foi terrível esta nova experiência de fusão, ao final de 2015,  pois em nenhum momento o Ministro designado, sr. Miguel Rossetto, voltou-se para a Previdência Social, optando ,como sindicalista ,em privilegiar as ações do Ministério do Trabalho. Para isso, praticamente excluiu os assuntos de Previdência do site do Ministério.
“Em nenhum momento o Ministro olhou com firmeza para a Previdência. Inaugurou duas novas agências, semi-prontas, no Maranhão e na Bahia, não deu solução para os pleitos dos servidores do  INSS que fizeram uma greve de 78 dias em defesa dos seus direitos , humilhou e destratou os 3.400 peritos médicos do INSS , que fizeram uma greve de mais de 100 dias, e ainda tentou transferir a perícia medica para os médicos do SUS e os intercambistas cubanos e terceirizar a perícia. Na reta final de sua gestão, limitou-se a promover uma “dança de cadeiras” entre os superintendentes e os gerentes executivos do INSS.
“Além do que , o ministro Rossetto assumiu, com a Central Única dos Trabalhadores, a Oposição aberta à proposta de reforma da Previdência, preconizada pelo Governo da Presidente Dilma Rousseff , que fora proposta e pelo ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy e adotada pelos ministros Nelson Barbosa e Valdir Simão, frustrando o projeto do Fórum de Previdência Social.
“A Previdência é a 2ª. receita da República, correspondendo a 30,53% das Receitas administradas pela Receita Federal   em 2014 (R$ 406,2 bilhões sobre R$ 1.303, bilhões) e 31,16% em 2015 ( R$ 379,4 bilhões sobre R$ 1.242 bilhões))   mas desde 2007 vem sendo desprezada pelo Ministério da Fazenda, como vem sendo desconsiderada pelo Executivo.
“Pleiteamos que as políticas de Previdência – de receita e despesa – sejam planejadas, executadas,  coordenadas e auditadas pelo Ministério da Previdência e que se desenvolva um vigoroso programa de combate à sonegação e de recuperação de crédito, bem como se transfiram ao Tesouro as despesas previdenciárias criadas pelos mecanismos de política fiscal, tais como renuncias e desonerações contributivas, bem como os custos com benefícios com tratamento “diferenciado, simplificado, favorecido e subsidiado”..
“A Previdência está presente em 100% dos municípios brasileiros, com um aposentado ou beneficiário. Somos 65 milhões de contribuintes para o Regime Geral de Previdência Social-RGPS ,28  milhões de aposentados e pensionistas do RGPS, entre urbanos e rurais, 4 milhões de beneficiários da Lei Orgânica de AssistênciaSocial-LOAS, que concedemos e mantemos,  e 32 mil servidores ativos no INSS e 3 mil na Dataprev.
“Registramos 50 milhões/ano de chamadas no teleatendimento, acolhemos mais de 8 milhões de pedidos de benefícios e concedemos mais de 4 milhões.
“Operamos em mais de 1.500 unidades, a ampla maioria com servidores e algumas ,sem servidores.
 Representante dos beneficiários é eleito presidente do Conad da GEAP

 Na foto 1, os novos presidente e vice do CONAD da GEÀP. , Irineu Messias de Araújo e Luiz Carlos Braga , Na foto 2. Elienai Ramos Coelho, membro do CONAD, e representante dos servidores do  INSS, Na foto 3, o presidente da ANASPS, Alexandre Barreto Lisboa, entre o novo presidente do CONAD, Irineu Messias de  Araújo, e Elienai Ramos Coelho.



Publicou a GEAP em 02.05.2016
A posse dos novos presidente e vice do Conselho de Administração –CONAD da GEAP, Irineu Messias de Araújo e Luiz Carlos Braga ,
se deu em 05.05, em Brasília,  presente o presidente  da ANASPS, Alexandre Barreto Lisboa,
Os beneficiários da Geap Autogestão em Saúde poderão ter uma participação mais efetiva nos rumos da instituição. Os membros do Conselho de Administração (Conad), reunidos na 18ª reunião extraordinária, elegeram por unanimidade os conselheiros Irineu Messias de Araújo e Luiz Carlos Braga para ocupar, respectivamente, a presidência e a vice-presidência do colegiado. 
Ao transferir a presidência da sua instância administrativa máxima das mãos das representações governamentais para os assistidos, a Geap dá mais um passo para que as vozes dos beneficiários tenham peso maior nas decisões sobre a condução da empresa. A partir de agora, nos debates em que não houver consenso entre os membros do colegiado, o chamado voto de desempate será dos beneficiários. 
Ao assinar o termo de posse como presidente, Irineu Messias ressaltou que esta é uma demanda histórica dos assistidos da Geap. “Uma das bandeiras da nossa chapa, quando nos candidatamos a uma cadeira no Conad em 2014, foi justamente lutar para que a instituição pudesse em algum momento ter seu comando maior nas mãos dos servidores que financiam a autogestão”, relembrou. 
O novo presidente enfatizou algumas questões sobre as quais o Conad deverá se debruçar, prioritariamente, nos próximos meses. “Esta conquista vem seguida de muitos desafios, entre eles o de vencer a Direção Fiscal, repensar o reajuste que têm alijado da Geap muitos servidores por não conseguirem arcar com o aumento dos planos e reverter as liminares do TCU e STF que impedem a entrada de novos beneficiários”, disse.  
O novo presidente do CONAD  prometeu acatar percentual de reajuste de 20%  já  implantado por decisão Judicial.
No momento da posse,  o presidente do CONAD.  Irineu Messias de Araújo também prometeu promover estudos atuais dentro da GEAP, para confirmar o reajuste de 20% estabelecido judicialmente. A referida decisão é de grande importância para todos os beneficiários, uma vez que esse reajuste estava amparado por liminar, a qual poderia ser cassada.

Com essa providência  os beneficiários da GEAP podem ficar tranquilos e assim permanecer no plano de saúde.

Mais de 1 milhão de pessoas querem ser técnicos do INSS, a maioria em Brasília, onde há 35.136 candidatos

Por Lorena Pacheco Correio Braziliense 06 de maio de 2016.
Agora não há mais dúvidas, realmente o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social é a seleção do ano. Com 1.087.804 inscritos, certamente o processo seletivo entrou para o rol dos mais concorridos da história dos certames, ao lado de Caixa Econômica Federal e Correios.
Do total, 1.043.815 candidatos se inscreveram para o cargo de técnico do seguro social e Brasília é a cidade com o maior número de participantes em todo país, são 35.136 concorrentes para 10 vagas (cerca de 3.513 por chance). Os outros 43.989 concurseiros vão tentar o cargo de analista do seguro social, para formados em serviço social, e a cidade de São Paulo tem a maior concorrência, com 2.655 inscritos a três oportunidades (o que equivale a 885 por vaga). Veja aqui a lista completa de cidades.
Os exames serão aplicados no dia 15 de maio, pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Veja aqui onde você será testado.
Os candidatos terão três horas e meia para responder 120 questões a partir das 8h para nível superior e às 14h para nível médio. Os exames serão aplicados em todas as capitais do país. Serão 70 questões de conhecimentos específicos de cada cargo e 50 de conhecimentos básicos (português, raciocínio lógico, noções de informática, direitos constitucional e administrativo, legislação previdenciária), de certo e errado. Lembrando que a banca anula uma questão certa sempre que o candidato erra outra questão. Ao todo, o exame vale 120 pontos e vai eliminar candidatos com menos que 36 pontos. Confira o edital de abertura.
São oferecidas 950 vagas imediatas. De acordo com o edital do concurso, os salários variam de R$ 4.886,87 e R$ 7.496,09, respectivamente, e as chances são para lotação em todo Brasil, sendo 5% reservadas a pessoas com deficiência e 20% para negros. Confira dicas de especialista para as provas.
Quem tem graduação em serviço social disputa o cargo de analista do seguro social, são 150 oportunidades. Já para nível médio o posto oferecido é o de técnico do seguro social, com 800 chances disponíveis.

Servidores públicos passam a ter direito a vinte dias de licença-paternidade. Medida foi assegurada por decreto publicado no Diário Oficial da União
Publicado pelo Ministério do Planejamento, em  04/05/2016 11h02, última modificação:  04/05/2016 14h30
 A presidenta Dilma Rousseff e o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Simão, assinaram o Decreto nº 8.737/2016, publicado hoje (4) no Diário Oficial da União, que institui o Programa de Prorrogação da Licença-Paternidade para os servidores públicos regidos pela Lei nº 8.112/1990 (regime estatutário).
A iniciativa tem amparo no art. 84, inciso IV da Constituição Federal, que permite ao presidente da República expedir decretos com a finalidade de assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais. Além disso, trata-se de uma extensão similar à adotada para a licença-maternidade das servidoras públicas. A medida iguala ainda as condições dos servidores públicos as dos trabalhadores da iniciativa privada, amparados pela Lei n° 11.770/2008, do Programa Empresa-Cidadã.
A prorrogação da licença-paternidade será por mais 15 dias, iniciado esse prazo no dia subsequente ao término da licença de cinco dias que já é concedida pelo art. 208 da Lei nº 8.112/1990, totalizando vinte dias exclusivos para dedicação à família.
Em vigor a partir desta quarta-feira (4), esse direito é assegurado ao servidor público que solicitar o benefício no prazo de dois dias úteis após o nascimento de filho. A nova regra também se aplica a quem adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança na idade de zero até 12 anos incompletos.
Os servidores que estão em licença-paternidade poderão obter a prorrogação, desde que esta seja requerida até o último dia da licença ordinária de cinco dias.
Durante o período ampliado de afastamento, é vedado ao beneficiado exercer qualquer atividade remunerada. O descumprimento desta determinação acarretará o cancelamento da prorrogação da licença e o registro da ausência como falta ao serviço.

Temer planeja propor idade mínima de 65 anos para aposentadoria
Regra seria igual para homens e mulheres; também há previsão de mudança na CLT
POR GERALDA DOCA O Globo 29-04-2016
BRASÍLIA — Caso o Senado afaste a presidente Dilma Rousseff do cargo, o vice-presidente Michel Temer pretende enviar ainda em maio propostas de duas reformas de impacto: da Previdência e a trabalhista. A revelação foi feita ao GLOBO pelo ex-ministro Roberto Brant, que comandou o Ministério da Previdência no governo Fernando Henrique e, por designação de Temer, formula políticas para o setor.
Entre as principais mudanças para a aposentadoria está a fixação de idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, que há anos vem sendo cogitada pelo Palácio do Planalto, mas sofre forte oposição de representantes de trabalhadores, incluindo a CUT, da base do governo. Também está prevista a desvinculação dos benefícios previdenciários e assistenciais (para deficientes e idosos de baixa renda) do salário-mínimo. Esses benefícios passariam a ser corrigidos anualmente apenas pela inflação.
Em compensação, a política de valorização do salário-mínimo, com possibilidade de ganhos reais (fórmula que considera o crescimento da economia, mais a inflação), se tornaria definitiva para trabalhadores na ativa. Hoje, sua vigência vai até 2019.
Na área do trabalho, a ideia é permitir que acordos firmados entre empresas e sindicatos prevaleçam sobre as regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), desde que assegurados diretos básicos previstos na Constituição, como férias remuneradas, respeito ao salário-mínimo e pagamento de décimo terceiro.
Segundo Brant, as duas propostas de reformas devem ser enviadas nas primeiras semanas de governo para dar uma sinalização positiva aos mercados e aproveitar o respaldo do Congresso. Ele afirmou que Temer deverá se envolver nas negociações com os parlamentares para aprovar as reformas antes das eleições de outubro.
— Temer tem condições de fazer as reformas. Deverá enviar as propostas nas primeiras semanas de governo e usar toda a sua experiência, como ex-presidente da Câmara e deputado, para convencer os parlamentares. Se deixar para depois, já era. Essas são as duas principais reformas. O resto são ajustes — disse Brant.
ROMBO ESTIMADO ESTE ANO EM R$ 133,6 BILHÕES
Cotado para assumir o Ministério do Trabalho e Previdência, segundo fontes ligadas a Temer, Brant disse que ainda não foi convidado. Frisou, porém, que não pretende aceitar, porque as mudanças precisam de “sangue novo”, pessoas mais jovens com disposição para enfrentar desafios. Ele foi o responsável pela consolidação do programa econômico formulado ano passado pelo PMDB, “Uma ponte para o futuro”.
Brant explicou que a proposta de reforma da Previdência deverá incluir regras de transição para quem já está no mercado de trabalho, mas num período curto (entre cinco e dez anos), sob alegação de que as contas públicas não podem esperar. Em 2016, o rombo da Previdência Social está estimado em R$ 133,6 bilhões. Segundo estimativas oficiais, as despesas com o regime de aposentadoria, que equivalem a 7,95% do PIB, chegarão a 17,2% em 2060, se nada for feito.
A desvinculação do salário-mínimo dos benefícios previdenciários e assistenciais, disse Brant, é essencial para reduzir a pressão dos gastos da Previdência. Já a política de valorização do salário-mínimo com ganho real é bem vista no grupo político de Temer, por repassar ganhos de produtividade para os trabalhadores.
Brant disse que faltam cálculos e projeções para definir detalhes da reforma e prazos de transição. Também ainda se estuda a necessidade de outro critério, além da idade mínima, para evitar aumento inesperado da despesa diante do envelhecimento rápido da população e do aumento da expectativa de vida. A reforma, destacou, pretende acabar com a aposentadoria por tempo de contribuição e com o Fator Previdenciário, alvo de críticas das centrais sindicais.

Palavra de especialistas: reforma da Previdência
Se assumir governo, Temer apresentará proposta com idade mínima de 65 anos
O Globo 29-04-2016
A divulgação das medidas que o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) pretende adotar na área da Previdência, se a presidente Dilma Rousseff for afastada, dividiu opiniões no Congresso. Entre as principais mudanças para a aposentadoria está a fixação de idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, que há anos vem sendo cogitada pelo Palácio do Planalto, mas sofre forte oposição de representantes de trabalhadores, incluindo a CUT, da base do governo.
Também está prevista a desvinculação dos benefícios previdenciários e assistenciais (para deficientes e idosos de baixa renda) do salário-mínimo. Esses benefícios passariam a ser corrigidos anualmente apenas pela inflação.
A revelação foi feita ao GLOBO pelo ex-ministro Roberto Brant, que comandou o Ministério da Previdência no governo Fernando Henrique e, por designação de Temer, formula políticas para o setor. Veja a opinião de especialistas sobre a proposta.

Luís Eduardo Afonso
 “A aposentadoria por tempo de contribuição, sem exigência de idade, beneficia o trabalhador mais qualificado e de maior renda, que entra no mercado de trabalho formal e alcança o tempo de contribuição exigido mais novo que o trabalhador de baixa renda. O trabalhador mais pobre acaba se aposentando apenas quando atinge determinada idade, pois passa parte do tempo em que está na ativa no trabalho informal. O problema é como fazer a transição das regras. Desvincular o piso previdenciário do mínimo é necessário. Hoje, 70% dos benefícios têm valor igual ao mínimo. A regra do mínimo reduziu a desigualdade e a pobreza. Mas essa regra, ao ser aplicada à aposentadoria, tem que ser compatível com a geração de riqueza do país”.
Luís Eduardo Afonso é professor da FEA/USP

Rosa Maria Marques
“Impor o critério de idade como determinante do acesso à aposentadoria é reforçar a desigualdade no país, pois aqueles que necessitam começar a trabalhar muito cedo teriam que trabalhar mais anos do que os filhos da classe média. Há outro aspecto a ser discutido. Qual o motivo de a idade proposta ser igual para homens e mulheres em uma sociedade onde elas, em geral, além de terem dupla jornada de trabalho, ganham significativamente menos do que os homens? Desvincular o piso previdenciário do mínimo seria a mais terrível das propostas, pois se contrapõe ao cerne dos direitos introduzidos na Constituição de 1988. Não por acaso os constituintes introduziram o piso dos benefícios igual ao salário mínimo”.
Rosa Maria Marques é professora da PUC-SP

José Roberto Afonso
 “A criação da idade mínima para aposentadoria e a desvinculação do piso previdenciário em relação ao salário-mínimo são inevitáveis, mas não são suficientes para reduzir o rombo previdenciário. É preciso fomentar a previdência complementar como indutor de poupança e repensar a contribuição previdenciária que, na forma atual, expulsa do regime os trabalhadores mais qualificados e de maior renda. É tão caro contratar um trabalhador com carteira assinada que ganhe acima do teto previdenciário (sete mínimos) que o empregador prefere induzir ou exigir que ele vire autônomo ou uma firma para prestar serviços. Isso é fatal para a Previdência brasileira, construída com a ideia de subsídio cruzado”.
José Roberto Afonso é pesquisador do IBRE/FGV

Margarida Gutierrez
“A idade mínima é imprescindível em uma reforma da Previdência. O desemprego tem contribuído para elevar o rombo previdenciário, mas o déficit é estrutural. Hoje, a ciência joga a favor do indivíduo, com aumento de expectativa de vida. Também é fundamental a desvinculação do piso previdenciário em relação ao mínimo. A regra atual, que prevê reajustar o mínimo pela inflação mais a variação do PIB nos dois anos anteriores, prevê, na verdade, um bônus para o trabalhador quando a economia cresce. É uma generosidade. O aposentado contribuiu ao longo da vida não para ganhar esse bônus e, sim, para ter a estabilidade da remuneração. A inflação assegura o seu poder de compra. Se ele ganha esse bônus, toda a sociedade está financiando isso”.
Margarida Gutierrez é professora do Coppead/ UFRJ

Ex-ministro de FHC descarta volta à Esplanada para não “apanhar do Paulinho da Força”, Proposta de fixar idade mínima da aposentadoria em 65 anos causou furor entre sindicalistas
FLÁVIA TAVARES E AMANDA GEROLDO
29/04/2016 - 08h00 - Atualizado 29/04/2016 12h19  (0)

·         O ex-ministro Roberto Brant (Foto: Agência Brasil)
Ex-ministro da Previdência e Assistência Social de Fernando Henrique Cardoso, Roberto Brant disse a EXPRESSO não querer assumir ministério num eventual governo de Michel  Temer. Essa possibilidade foi aventada após sua proposta de fixar a idade mínima da aposentadoria em 65 anos ter sido comentada por Temer, de acordo com reportagem do jornal “O Globo”. Brant citou sua idade e sindicalistas como fatores para não aceitar convites. “Eu vou fazer 74 anos na próxima semana. Você já pensou que no ano que vem eu vou passar apanhando do Paulinho da Força? E da CUT? Quando eu tinha 40 anos, para mim era brincadeira. Mas agora não”. A razão dos comentários de Brant sobre Paulinho da Força deve-se a uma nota publicada pela entidade sindical dizendo que as ideias do ex-ministro eram “medíocres e rudimentares”. O deputado afirmou que a proposta dos 65 anos tinha um quê de “Professor Pardal”.



Trabalhadores entregam pauta com reivindicações a Michel Temer
Força Sindical, 26 de abril de 2016

O presidente do Solidariedade e da Força Sindical, Paulinho da Força (SP), e representantes de mais três centrais sindicais, entregaram carta com reivindicações da classe trabalhadora ao vice-presidente Michel Temer, nesta terça-feira (26), em encontro no Palácio do Jaburu.
O documento elenca as principais preocupações da pauta sindical como a redução da taxa de juros, apoio e investimentos no comércio e na indústria, correção da tabela do Imposto de Renda, e medidas visando a geração de empregos.
“Viemos trazer ao conhecimento do vice-presidente nossas preocupações e reivindicações que extrapolam a pauta sindical”, afirmou Paulinho. “O trabalhador foi afetado pela falta de estrutura do Governo Dilma como em nenhum outro momento. É uma questão que afetou assalariados de todas as classes e regiões do país. Afetou famílias. Viemos, sobretudo, pedir urgência nas medidas de combate ao desemprego, que tem mostrado números dignos de vergonha”, completou.
Também presentes no encontro estiveram os presidentes da CSB (Central Sindical Brasileira), Antonio Neto, da Nova Central Sindical de Trabalhadores, José Calixto Ramos, e da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah.

ACIDENTES DE TRABALHO
Número registrado em 2014 é o menor desde 2007. Em termos relativos tendência é de queda. Dados são do AEAT, anuário estatístico que já está disponível para consulta
Publicado: Quinta, 28 de Abril de 2016, 18h12
O número de acidentes de trabalho no ano de 2014 foi menor que no ano anterior, além de registrar a queda mais expressiva desde 2007, quando passou a ser aplicada uma metodologia mais eficaz para reconhecer os acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Em termos relativos (quantidade de acidentes versus número de trabalhadores), a tendência continua de queda.
Os dados são do Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho (AEAT 2014) lançado, nesta quinta-feira (28), durante seminário que lembrou o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, promovido pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), em Brasília. “O AEAT é uma ferramenta muito importante para as normas e políticas públicas construídas para proteger a saúde e a vida dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o ministro Miguel Rossetto, na abertura do evento.
No ano de 2014, em termos nominais, os acidentes totalizaram 704.136 registros (21.528 menos que no ano de 2013). Em 2007, o número de acidentes registrados somou 659.523. “Se considerarmos os números relativos, isto é, a quantidade de acidentes por trabalhadores empregados, nota-se uma queda sistemática ao longo da última década”, explica Marco Pérez, diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do MTPS. Em 2007, eram 37,6 milhões de trabalhadores. Em 2014, somavam 49,5 milhões.
De acordo com Pérez, essa tendência pode estar relacionada à mudança de empregabilidade. “Cada vez mais, a mão de obra está se concentrando no setor terciário (comércio e serviços) e, com isso, o trabalhador se expõe a outras condições de trabalho que diminui o risco de acidentes graves”. Ele acrescenta que vem ocorrendo uma série de mudanças organizacionais e produtivas que explicam essa tendência de queda.

Justiça Federal libera mais de R$ 613 milhões em atrasados do INSS no país
27/04/2016 - 14:01:00
O Conselho da Justiça Federal liberou ontem R$ 613,1 milhões para 60,5 mil segurados do INSS que ganharam 53,8 mil ações de revisões de benefícios. Estão neste lote processos com atrasados de até 60 salários mínimos (R$ 52.800) e que obtiveram, em março, a autorização da Justiça para serem pagos. Esses pagamentos são chamados de RPVs (Requisições de Pequenos Valores).
O CJF liberou aos tribunais regionais federais (TRFs) os limites financeiros de R$ 772.677.728,59 relativos às RPVs autuadas em março de 2016, para um total de 89.220 ações, com 100.459 pessoas beneficiadas.
O Conselho esclarece ainda que cabe aos TRFs, segundo cronogramas próprios, o depósito dos recursos financeiros liberados. Com relação ao dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, esta informação deve ser buscada na consulta processual do portal do tribunal regional federal responsável.
RPVs em cada região da Justiça Federal
TRF da 1ª Região (DF, MG, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO, AP):
Geral: R$ 220.109.669,80;
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 180.320.379,25 (11.205 ações, com 12.319 pessoas beneficiadas);
TRF da 2ª Região (RJ e ES):
Geral: R$ 74.014.806,00;
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 44.839.345,77 (2.887 ações, com 2.887 pessoas beneficiadas);
TRF da 3ª Região (SP e MS):
Geral: R$ 177.513.295,31;
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 149.766.305,83 (9.107 ações, com 10.205 pessoas beneficiadas);
TRF da 4ª Região (RS, PR e SC):
Geral: R$ 210.459.402,12;
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 172.426.239,32 (21.381 ações, com 23.496 pessoas beneficiadas);
TRF da 5ª Região (PE, CE, AL, SE, RN e PB):
Geral: R$ 90.580.555,36;
Previdenciárias/Assistenciais: R$ 65.753.766,58 (9.260 ações, com 11.637 pessoas beneficiadas
Deputados aprovaram regime de urgência para dois projetos. Data de votação ainda não foi definida. Plenário aprova urgência para projetos de reajuste do STF e do MPU
Publicou  a Agência Câmara, em 03/05/2016 - 22h21
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (3), por 433 votos a 8, o regime de urgência para o Projeto de Lei 6697/09, do Ministério Público da União (MPU), que modifica as carreiras dos servidores e fixa novos valores de remuneração.
Também foi aprovada, com 399 votos a 20, a urgência para o Projeto de Lei 2646/15, do Supremo Tribunal Federal (STF), que aumenta os subsídios dos ministros do STF para R$ 39.293,38 a partir de 1º de janeiro de 2016.
Ainda não foi definida a data para votação dos projetos.
Apoio
Depois de liderar um processo de obstrução de cerca de uma hora, o PT voltou atrás e abriu mão de impedir as votações. O partido defendeu a aprovação de reajustes salariais para servidores do Judiciário, da Advocacia-Geral da União (AGU), da Defensoria Pública da União (DPU), do Ministério Público Federal (MPF) e do Supremo Tribunal Federal.
A mudança de posição fez parte da estratégia do PT para fugir das críticas de que a obstrução seria um obstáculo aos reajustes e para chamar a atenção ao fato de os demais partidos estarem dispostos a aprovar apenas a urgência, e não o mérito das propostas.
“Se não votar, é porque o PSDB não quer”, afirmou o líder do PT, deputado Afonso Florence (BA). “Vamos garantir a revisão das carreiras e vamos garantir um Estado forte”, declarou.

Leia mais no
ANASPS/ON LINE
Ano XIV, Edição nº 1.475

Brasília 6 de Maio de 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ANASPS PRESENTE EM CARTAGENA DAS ÍNDIAS, NA COLOMBIA, NO IX CONGRESSO DE PREVENÇÃO DE RISCOS LABORAIS DA IBEROAMÉRICA, “PREVENCIA 2016”

URGENTE 81
Brasilia, 5 de maio de 2016

ANASPS  PRESENTE  EM CARTAGENA DAS ÍNDIAS, NA COLOMBIA, NO IX CONGRESSO DE PREVENÇÃO DE RISCOS LABORAIS DA IBEROAMÉRICA, “PREVENCIA 2016”

Na 1ª. foto, o Vice Pesidente da ANASPS< Paulo César Regis de Souza cumprimenta a Secretaria Geral da OISS, sra. Gina Magnolia Riaño Baron, Na foto2, abertura do evento. Na foto 3, Baldur Schubert, representante da OISS no Brasil, Francisco Jacob (Paco), Vice Secretário Geral da OISS e  Paulo César Regis de Souza. Na foto 4, painel do evento.
 





O Vice Presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social-ANASPS, Paulo César Regis de Souza, esteve em Cartagena das Indias na Colombia participando do IX CONGRESSO DE PREVENÇÃO DE RISCOS LABORAIS DA IBEROAMÉRICA, “PREVENCIA 2016”, promovido pela Organização Iberoamericana de Seguridade Social-OISS, da qual a ANASPS é entidade afiliada. Pelo Brasil, participara: sr. Baldur  Schubert , representante do OISS no Brasil,  - Sr. Marco Antônio Perez, diretor de Políticas de Saúde Ocupacional do MTPS, Sr. Paulo Cesar Andrade Almeida , Coordenador Geral de Políticas de Seguro Contra Acidentes do Trabalho e Relacionamento Institucional, da Secretaria de Políticas de Previdência Social,  do Ministério do Trabalho e Previdencia Social e – os srs.  Marcelo Alkmin e Jaelton Fernandino,  e sra. Vanessa Lyra, da CEMIG.

Participantes:

1.189 participantes de 17 países ibero-americanos e Europa. Participação de 72 palestrantes.

Conclusões:

* Foi apresentado o balanço da situação da II Estratégia Ibero-americana de Segurança e Saúde, havendo implementado uma grande quantidade de desafios que se referem aos 11 objetivos, entre os que se destacam:
     - as 10 normas de segurança e saúde
     - a incorporação ao Sistema Harmonizado de indicadores de acidentes de 8 países: Argentina, Colômbia, Brasil, Espanha, Portugal, Chile, República Dominicana e recentemente Costa Rica.

* Foi conhecido os planos nacionais e estratégias de segurança e saúde que estão sendo gerados nos países da região como impulso as Políticas Públicas do México, Chile, Guatemala, Panamá e Colômbia. Se observa um progresso contínuo nesse âmbito, assim como o interesse e implementação de pesquisas nacionais, como apresentado na Colômbia.

* Foi debatido sobre a necessidade de sistematizar os critérios técnicos dos órgãos de regulação, inspeção e controle da Segurança e Saúde no trabalho na Argentina, Colômbia e Chile, sendo conscientes dos desafios levantados como a necessidade de capacitação e estabilização em prevenção dos riscos laborais desses grupos.

*Também abordamos a problemática de gênero na segurança e saúde do trabalho, compartilhando as experiências no âmbito da CEPAL. Foi debatido sobre sua eficiência, inclusão e indiscriminação e se tem proporcionado ferramentas para o seu desenvolvimento.

*Temos compartilhado a inclusão da segurança e saúde no trabalho nos planos de Responsabilidade Social Corporativa, em entidades como a Cemig do Brasil e a seguradora Câmara Chilena de Construção, avançando em definitivo até a Empresa Saudável.

*Os processos de subcontratação e a importância de sua regulação como consequência do impacto em decorrência de acidentes também foi tratado no plenário.

* Foi debatido no último painel a importância e o compromisso da educação no avanço da proteção social, participando três prestigiosas universidades e o diretor da SENA da Colômbia. Neste painel foi apresentado mais de 100 materiais didáticos preventivos elaborados pela OISS, colocados a disposição da comunidade educativa da ibero-américa.

* Na primeira Sala Especializada que se desenvolveu  a maior parte do Congresso, podíamos conhecer as experiências sobre a cobertura dos riscos laborais para o setor rural, independentes e formais, com exposições da Colômbia, Bélgica e Panamá. No segundo painel foi debatido sobre como melhorar a gestão da segurança e saúde no trabalho da micro e pequena empresa, com participantes da Colômbia, Chile e Argentina.

* Na segunda Sala Especializada foi incorporado às boas práticas de prevenção de transtornos mentais e de comportamento dos trabalhadores, com palestrantes da Colômbia, Chile e Espanha. No painel sobre o cuidado da saúde do trabalhador participaram componentes da Colômbia e Espanha.

* Na terceira Sala Especializada foi tratado sobre a incorporação das novas tecnologias de gestão na segurança e saúde no trabalho com participantes da Colômbia, Espanha e Argentina. No aparato de Estratégias e Prevenção para aumentar a produtividade laboral e empresarial foi apresentado 5 pontos, havendo participado ativamente a CUT.

* Na última Sala Especializada foi debatido intensamente a Tolerância “zero” com acidentes mortais em trabalho e também sobre os  modelos de prevenção de acidentes maiores em grandes instalações. Participaram 11 palestrantes da Colômbia, Espanha, Chile, Argentina e México.

Palestrantes Brasileiros:
- Drs.. Marco Antônio Perez, diretor de Políticas de Saúde Ocupacional do MTPS, .
- Drs. Marcelo Alkmin e Jaelton Fernandino , e sra. Vanessa Lyra,  da CEMIG.

PREVIDÊNCIA SOCIAL, 93 ANOS; ANASPS, 23 ANOS
PREVIDÊNCIA SOCIAL PÚBLICA PATRIMÔNIO DOS BRASILEIROS



terça-feira, 3 de maio de 2016

Novos Gerentes Executivos

PORTARIA N 493, DE 28 DE ABRIL DE 2016
SÓCIO DA ANASPS Designar DOUGLAS GERSON LUCAS VIEIRA, matrícula n 1.107.115, CPF n 584.159.390-00, para exercer a Função Comissionada de Gerente-Executivo Canoas/RS, código FCINSS-3, do Instituto Nacional do Seguro Social, ficando exonerado do cargo que atualmente ocupa.
MIGUEL ROSSETTO
PORTARIA N 496, DE 28 DE ABRIL DE 2016
NÃO SÓCIO ANASPS Dispensar LUCAS SEGREGIO PORTO, matrícula n 1.500.377, CPF n 083.013.566-93, da Função Comissionada de Gerente-Executivo Blumenau/SC, código FCINSS-3, do Instituto Nacional do Seguro Social.
MIGUEL ROSSETTO

PORTARIA N 512, DE 29 DE ABRIL DE 2016
SÓCIO DA ANASPS Designar GELBSON BRAGA SANTOS, matrícula nº 1424220, CPF nº 382.854.792-34, para exercer a Função Comissionada de Gerente-Executivo de Boa Vista/RR, código FCINSS-3, do Instituto Nacional do Seguro Social, ficando dispensado da função que atualmente ocupa.
MIGUEL ROSSETTO

PORTARIAS DE 29 DE ABRIL DE 2016

SÓCIA DA ANASPS N 513 - Dispensar DIONE DE OLIVEIRA PEREIRA REGALADO, matrícula nº 923468, CPF nº 247.446.701-72, da Função Comissionada de Gerente-Executivo de Natal/RN, código FCINSS-3, do Instituto Nacional do Seguro Social.

SÓCIA DA ANASPS N 514 - Designar ANDRÉ PAULINO SANTOS DE AZEVEDO, matrícula nº 1375589, CPF nº 751.151.404-97, para exercer a Função Comissionada de Gerente-Executivo de Natal/RN, código FCINSS-3, do Instituto Nacional do Seguro Social, ficando dispensado da função que atualmente ocupa.

SÓCIO DA ANASPS Designar JOÃO BOSCO CARVALHO FERREIRA, matrícula nº 0.896.257, CPF nº 437.312.106-06, para exercer a Função Comissionada de Gerente-Executivo Juiz de Fora/MG, código FCINSS-3, do Instituto Nacional do Seguro Social, ficando exonerado do cargo que atualmente ocupa.

MIGUEL SOLDATELLI ROSSETTO